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Com que óleo, com que óleo eu vou? PDF Imprimir E-mail
Por Adriana Bavagnoli Monaco   
A fritura  é a grande vilã das preparações. Sua ingestão constante ,pelo seu alto teor de gordura saturada, está associada ao aumento de pressão, hipercolestorelemia e aumento de peso.

A nutricionista,  como substituição da fritura, recomenda preparações grelhadas. Ela só esquece de um detalhe:  a grelha não é um utensílio freqüente na cozinha dos pacientes.  Os pacientes, sem muita opção, passam  a refogar ao invés de fritar.

Lembrando que a grande maioria dos brasileiros apresenta ascendência espanhola, portuguesa ou italiana, o refogar sempre envolve um fio ou uma colher de sopa bem generosa de azeite ou qualquer tipo de óleo sobre a comida ainda em preparo. Isso é muito!!!!! A função do óleo/azeite na preparação é “roubar”  o cheirinho da cebola e do alho  e jogar nos alimento que serão refogados; uma gota, independente da quantidade de alimento a ser refogada,  é o suficiente. O pensamento mais provável do meu leitor nesse momento deve ser:

"Com certeza essa nutricionista  não deve cozinhar nada. Se eu colocar apenas  uma gota de óleo no meu refogado eu vou queimar tudo!!!".

Calma, eu só não completei o raciocínio....se você só colocar uma gota....sim, o pensamento do leitor é totalmente viável: a  comida vai ficar bem queimada. A dica é usar uma gota de óleo e, conforme o alimento for "pegando" no fundo da panela, ir pingando água para cozinhar o alimento. Nesse momento um outro pensamento pode surgir:

"Ah, ela não sabe de nada. É confirmado cientificamente que o azeite faz bem. A fritura  no azeite não faz mal algum!".

Mais uma vez o leitor tem razão. O azeite é excelente para a saúde, trata-se de um antioxidante de mão cheia que evita a formação das placas de colesterol. Porém, a partir do momento que o azeite é aquecido, ele satura sua gordura e perde seus benefícios. Em outras palavras vira banha de porco. O correto seria fazer a preparação com o mínimo de óleo ou azeite possível (daí a indicação de alimentos preparados no vapor, cozidos ou grelhados) e, após desligar o fogo, colocar o azeite/óleo sobre a preparação. Nesse caso a quantidade usada dependerá do paciente; se ele estiver acima do peso, esse tipo de preparo não é indicado (vale a pena lembrar que cada grama de gordura fornece 9 Kcal ao corpo).

Mais um pensamento pode surgir:

"E o óleo de canola? Esse eu sei que faz bem!".
 
Mais uma vez o leitor tem razão, mas caímos no mesmo caso do azeite: aqueceu , dançou!!! Mas por que  a mídia explora tanto esse assunto? Porque alguns tipos de óleo , ao serem aquecidos, saturam menos que os outros; é o caso da canola, mas que satura, satura.


Adriana Bavagnoli Monaco
Al. dos Jurupis, 452, cj, 64 - São Paulo - SP

Fone: (11) 5051-5572
 
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